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13.6.15

Um cenário incrível de um dos filmes recentes que mais apreciei.
Interstellar, para ver, seguindo o link.

23.2.15

Óscars 2015

Lista de vencedores:
Melhor Filme: "Birdman"
Melhor Realizador: Alejandro G. Iñárritu ("Birdman")
Melhor Actor: Eddie Redmayne ("A Teoria de Tudo")
Melhor Actriz: Julianne Moore ("O Meu Nome É Alice")
Melhor Actriz Secundária: Patricia Arquette ("Boyhood")
Melhor Actor Secundário: J.K. Simmons ("Whiplash")
Melhor Argumento Original: "Birdman"
Melhor Argumento Adaptado: "Jogo de Imitação"
Melhor Fotografia: "Birdman"
Melhor Filme Estrangeiro: "Ida" (Polónia)
Melhor Edição: "Whiplash"
Guarda-roupa: "Grand Budapest Hotel"
Maquilhagem: "Grand Budapest Hotel"
Melhor Curta-Metragem: "The Phone Call" (Reino Unido)
Melhor Curta-Metragem Documental: "Crisis Hotline: Veterans Press 1" (Estados Unidos)
Melhor Mistura de Som: "Whiplash"
Melhor Edição de Som: "American Sniper"
Melhores Efeitos Visuais: "Interstellar"
Melhor Filme de Animação: "Big Hero 6"
Melhor Cenografia: "Grand Budapest Hotel"
Melhor Documentário: "CitizenFour"
Melhor Banda-sonora: "Grand Budapest Hotel"
Melhor Canção Original: John Legend e Common ("Selma")

Há aqui muito filme que ainda não vi e que quero ver. Valha-nos o video-o-demand.

3.3.14

Óscares de 2014


Melhor Filme - '12 Anos Escravo'
Melhor Realizador - Alfonso Cuarón (Gravidade)
Melhor Ator - Matthew McConaughey (O Clube de Dallas)
Melhor Atriz - Cate Blanchett (Blue Jasmine)
Melhor Ator Secundário - Jared Leto (O Clube de Dallas)
Melhor Atriz Secundária - Lupita Nyong'o (12 Anos Escravo)
Melhor Argumento Adaptado - John Ridley (12 Anos Escravo)
Melhor Argumento Original - Spike Jonze (Her - Uma História de Amor)
Melhor Filme em Língua Estrangeira - 'A Grande Beleza' (Itália)
Melhor Fotografia - Gravidade
Melhor Montagem - Gravidade
Melhor Banda Sonora Original - Gravidade
Melhor Caracterização - O Clube de Dallas
Melhor Guarda Roupa - O Grande Gatsby
Melhor Direção Artística - O Grande Gatsby
Melhores Efeitos Visuais - Gravidade
Melhor Mistura de Som - Gravidade
Melhor Montagem de Som - Gravidade
Melhor Longa Metragem de Animação - 'Frozen'
Melhor Curta Metragem de Animação - 'Mr Hublot'
Melhor Curta Metragem de Imagem Real - 'Helium'
Melhor Curta Metragem Documental - 'The Lady in Number 6'
Melhor Documentário (Longa Metragem) - '20 Feet From Stardom'

Só vi o Gravidade e o Blue Jasmine. São muito bons. E o primeiro tem mesmo que ser visto num grande écran, de preferência em 3D.


Ontem vi o Monuments Men. Desilusão do ano. É apenas mais um filmezinho...

29.10.12

007 - Back to Basics

Chegou esta sexta-feira o último filme de 007, "Skyfall". Só posso dizer que o filme é fantástico, dentro do universo "James Bond".
Está muito bem escrito, melhor realizado e tem interpretações de muito bom nível, com personagens mais densos do que estamos habituados para a saga.
O vilão, Javier Bardem, é espelho de poderosos criatividade e desempenho, e as suas intenções são mundanas e longe da megalomania de outrora.
Daniel Craig é, para mim, o melhor Bond de sempre.
E o filme regressa ao básico, esquece os "gadgets" infernais (apesar de não resistir a pôr umas luzinhas numa pistola para um desfecho irrelevante), esconde a publicidade que nos tempos de Brosnan era gritante, e desperta-nos a memória com estímulos do passado, ligando o actual 007 ao seu passado.
Encontraremos sempre um lado mais infantil, uma ponta menos bem arrematada, ou uma cena que se dispensava por tão inútil e despropositada. Mas, meus amigos, isso faz parte do pacote que traz o agente secreto mais famoso de sempre.
Porém, ao contrário dos tempos passados, este é um filme que, ao chegar ao fim, nos deixa na boca o gostinho da antecipação dizendo "quero ver o próximo; quando sai?".
Não percam este. Fiquem à espera do que vier a seguir.

20.10.12

Passado, presente, futuro, ou como poderíamos perder tempo a fazer esquemas com futuros e presentes alternativos

Um dos melhores filmes sobre viagens no tempo.
Coerente, inteligente, com bastante acção. Não só por ter Bruce Willis, faz lembrar "12 Macacos". Também pela forma inteligente como não se dispersa na criação do futuro, dos cenários, do acessório, e se concentra na história. O elenco está impecável, destacando-se o trabalho de caracterização a Joseph Gordon-Levitt, um "Willis" mais novo incrível.
Não percam. Isto é cinema de acção, ficção científica, entretenimento, que não toma o espectador por estúpido, antes apela à sua sabedoria e compreensão.
Muito bom.

17.10.12

Alegoria em Roma, com alegria

Woody Allen tem várias histórias para contar. Cada história representa uma alegoria, e tem uma mensagem. Para a recolhermos temos que viver com os personagens cenas embaraçosas, divertidas, irreais, imaginativas...
Com elas riremos como Woody sempre soube fazer, criando situações hilariantes, mas sempre comedidas.
É inútil procura a ligação entre as histórias durante o filme. Correm mesmo a ritmos temporais distintos. Mas no fim, tudo faz sentido, e vamos para casa satisfeitos por Woody Allen continuar a fazer um filme por ano. É reconfortante.
Vão ver.

28.7.12

Cinema de muito boa onda

 Duas sugestões para as férias, mesmo antes do Batman que estreia para a semana.
"Ted" é Seth MacFarlane puro. Se gostam de "Family Guy", "American Dad" e "The Cleveland Show", então o filme é imperdível. Não tem nada de surpreendente no argumento mas, no entanto, tem todo o rigor, todo o humor, toda a corrosão que nos fazem passar um excelente tempo no escuro do cinema, dali saindo com um sorriso nos lábios e algumas cenas de antologia para doravante comentar e reproduzir em conversas bem animadas.
"Moonrise Kingdom" é Wes Anderson puro. E tem a pureza de um texto bem escrito, melhor interpretado e genialmente transposto para o filme, pelo excesso das cores, dos gestos, do ridículo, do inesperado, da fantasia, da magia do cinema.
Para mim, sem dúvida será uma nova adição aos filmes de culto, para ver, e rever, sempre com renovada satisfação.

10.6.12

Prometheus

O filme de Ridley Scott que nos responde a muitas perguntas sonhadas a partir de "Alien - o 8.º Passageiro" é uma extraordinária peça de entretenimento, com sólidas interpretações, acção, efeitos especiais e todos os demais ingredientes que se pedem numa obra do género.
Não é particularmente intenso no suspense, pois ao fim de tantos anos já sabemos o que a casa gasta quando se enfrentam estes aliens, e a grande diferença para o primeiro filme da saga encontra-se no tempo que então podia ser dedicado às pausas, à construção dos personagens, ao crescendo da dúvida. Hoje em dia o cinema "mainstream" já nada concede no campo da velocidade e, por isso, o filme não tem pausas e vertiginosamente caminha para o seu desenlace.


Naturalmente que outra grande diferença encontra-se nos efeitos 3D. Mais uma vez pus os incómodos óculos, desta feita para encontrar uma coerente utilização do artifício técnico que assim oferece uma profundidade de campo nas cenas muito realista. Se há dias me queixei de que as cenas verdadeiramente 3D dos "Vingadores" viviam muito da animação CGI, neste filme o resultado é muito diferente. Aqui encontramos uma textura palpável na imagem dos actores captada enquanto interagiam.
Guardemos um espacinho para desculpar algumas (poucas) incoerências que se podiam ter evitado e juntemos este "Prometheus" à saga Alien que nos tem alimentado o imaginário desde pequeninos.

27.5.12

Dois filmes para matar a sede...

Ao fim de muito tempo sem comprar um bilhete, fui ver dois filmes e assim matar a sede de cinema. Acho que ambos merecem ser vistos em ecrã gigante, no escuro de uma sala pública

Primeiro, vi os Vingadores, filme baseado nos comics da Marvel pelo que, como não podia deixar de ser, a dada altura lá aparece Stan Lee a fazer figuras. 
Convém precisar que a única razão pela qual este filme exige uma ida ao cinema estará no facto de ter investido na versão 3D. Não é espectacular, em termos de efeitos, mas sempre é diferente encontrar a textura tridimensional nas cenas de maior acção. 
Porém, ao fim de quase duas horas e meia de projecção, saí da sala com uma dor de cabeça miudinha. Ver filmes em 3D ainda não é natural para os meus olhos, e creio que não o será para a maioria dos mortais.

Quanto ao filme, propriamente dito, achei o argumento melhor que os dos filmes "preparatórios", merecendo os personagens maior investimento na sua "densidade", sem esquecer que são figuras da BD. Os dilemas, os diálogos, o encadeamento de emoções e acções estão muito próximos dos comics e, por essa fidelidade, gostei do filme. Sem surpreender, respeita as expectativas criadas.


O outro filme que mereceu a minha atenção este fim de semana foi a última fita de Tim Burton, mais um com Johnny Depp a assumir o protagonismo.
A história segue um padrão clássico, não surpreendendo de tão previsível que é. Mas a roupagem excessiva pintada por Tim Burton enquadra de forma perfeita este filme no seu universo. O filme faz-nos rir, torcer pelos personagens, e esquecer os vampiros "cool" e depressivos que inundam o cinema e a televisão, devolvendo-nos um vampiro à antiga, ainda que perturbado com os tempos modernos.
Perfeito para quem quer esquecer a troika e para quem acompanha com gosto os filmes de Burton.

6.2.12

Mudo mas não quedo

Pode estar muito nomeado. Pode ser um filme incrível pela originalidade, pela audácia de recriar um género perdido no tempo. Os actores estão muito bem, a história está bem estruturada, a imagem é irrepreensível.
Mas não é um filme extraordinário. E vai ser mais um daqueles que um dia, no futuro, iremos referenciar de forma mais ou menos obscura, porque, na realidade... não oferece nada de novo.
O olhar diferente e nostálgico sobre o cinema é bastante para tornar o filme um bom momento de entretenimento (cumprindo uma das funções primordiais do cinema). Mas pouco mais do que isso, entretenimento.
O melhor é cada um ver e fazer o seu próprio juízo. Eu, passados três dias, sinto que ficou aquém das expectativas.

10.1.12

Carnificina

Baseado numa peça de teatro, o filme é pouco mais do que isso.
E não precisava de ser mais.
O argumento é soberbo. Os diálogos, a tensão, a evolução dos personagens são fantásticos.
Os actores são de primeira água, e estão no seu melhor. A realização transforma a sala de cinema numa sala de teatro, de tal forma que, quando "desce o pano" e a tela fica escura, apetece levantar da cadeira e aplaudir, esperando que eles se alinhem na "boca de cena" recebendo tais aplausos e fazendo as costumeiras vénias.
Em Portugal, o filme está traduzido como "O Deus da Carnificina", repescando o título da peça.
Não o percam.

5.1.12

Le Carré

O filme é precioso. Espiões em plena Guerra Fria animados por uma verosimilhança ausente nos fantasiosos Bonds e afins. Mas claro, tinha que ser assim. Quem conhece e gosta dos livros de Le Carré não pode perder este filme. Está soberbamente filmado, tem os tempos, as pausas, da escrita que celebra e as interpretações são soberbas, com destaque para Gary Oldman, que dá vida a um irrepreensível Smiley.
O primeiro filme do ano merece 5 estrelas.

8.8.11

Diferentes Américas

O fim de semana teve dose dupla. Começou com o Capitão América (Captain America, the first avenger), que deixou um pouco a desejar. Como já aqui deixei dito mais do que uma vez, gosto bastante de ver passar para filme as boas histórias dos heróis da BD. Mas é preciso que os filmes sejam bons.

Este deixou-me a impressão de ser um mero prólogo explicativo do já anunciado "Avengers" que surgirá para o ano e juntará o Capitão América, com o Thor, o Nick Fury, o Hulk e o Homem de Ferro.

De resto, cumpre a sua função, não é miserável como outras produções o já foram, mas parece um daqueles livros de BD que lemos uma vez e não apetece reler. E, pessoalmente, não gostei de ver Chris Evans como protagonista...Já Super 8 é um filme daqueles que se vêem e revêem ocupando na memória um lugar de estimação. As comparações com E.T. e Gonnies são inevitáveis porque a realidade retratada é a mesma: um grupo de putos, no início da adolescência, colocados perante circunstâncias extremas e fantásticas, em plenos anos 80.

J.J. Abrams redime-se aqui de ter criado a série "Perdidos" cujo final foi o maior desaire dos últimos tempos.

Seguindo a estética de Spielberg, aqui produtor, e aditando-lhe o fantástico das cenas de acção, Super 8 leva-nos de volta aos anos 80 e a um grupo de miúdos com os quais nos identificamos e por quem torcemos ao longo das aventuras que enfrentam.
Saí da sala com uma quente e reconfortante sensação de prazer.

Repito: este é um filme para ver e rever.


Não percam.




25.7.11

Hanna

Os contos de fadas estão cheios de violência.
Este é um conto de fadas e a violência está lá, estereotipada, mas muito bem desenhada. Os personagens são evidentes, assim que se apresentam, não havendo dúvidas quanto àquilo que são, aquilo que representam. Excepto Hanna, ainda a descobrir-se e a abrir-nos os olhos para a sua vida.
O filme vale por si, e justifica o bilhete. "Hanna" é um filme de quatro estrelas.

14.6.11

Cinema em dia

Há duas semanas fui ver o último filme de Terrence Malick.



Não tenho palavras para o descrever. Sereno, mas inquietante, o filme exibe em todas as interpretações uma intensidade que está ao alcance de poucos.



Sinceramente, creio que muitos consumidores de cinema já não sabem acolher produtos como este. Mas muitos outros vão repetidamente às salas de cinema à procura de jóias tão finamente talhadas e só ocasionalmente têm o prazer de as encontrar. Eu, numa palavra, adorei.



Este é um filme condenado a tornar-se um clássico.Ontem, optei por um registo totalmente diferente. A BD na base do cinema, como nos últimos anos se tem repetido, transforma-se num manancial de argumentos tão vasto, já traduzido em storyboards, que merece tratamento refinado.



Eu sou um apreciador de banda desenhada, e o universo dos X-Men faz parte do meu imaginário desde muito novo. E se muitas vezes temo que o cinema maltrate mundos criados para o papel, desta feita só tenho que aplaudir o fabuloso filme que traz à tela as origens dos mutantes, dos X-Men, e que clarifica as dinâmicas já retratadas na anterior triologia que culmina no confronto entre duas facções antagonistas de mutantes.



A acção é q.b. mas está muito bem montada. Aos mutantes é dada a densidade necessária para compreender as suas escolhas do presente e do futuro. E assim se percebe que os mundos criados pela Marvel, por muito fantásticos que sejam, têm a virtude de se desenvolver, explicar, consolidar, e ganhar um relevo que muitos argumentos (não sei porquê, mas lembrei-me do "Lost" - eheheh), em particular na televisão, não conseguem.



Para quem gosta de BD, em particular do universo Marvel, este filme é imperdível. De preferência com projecção digital, num grande écran, e, porque não, com uma generosa dose de pipocas.

27.3.11

Uma zebra é branca com riscas preta, ou preta com riscas brancas?

O último filme de Jean-Perre Jeunet (Delicatessen; Amélie; La Cité des Enfants Perdus; Alien 4) é uma incrível experiência de imaginação e gozo visual, seja pela criatividade nos cenários, no delírio da história, na pantomina da acção, ou nas referências e auto-referências à vista dos mais atentos.
Pena é que esteja em exibição apenas numa sala de Lisboa (Monumental 3). Também já roda no ZON vídeo clube, no pacote do Fantasporto.
A não perder!

8.3.11

:-(

O último filme de Woody Allen, "You will meet a tall dark stranger", foi uma desilusão.
O realizador já fez este filme mais do que uma vez, e fê-lo sempre melhor. Desta feita não trouxe nada de novo a um história já batida. Aliás, já batida por si noutros títulos geniais.
Este ano Woody Allen deixou-se levar em piloto automático e os seus personagens não têm a densidade, a profundidade que nos habituámos a encontrar nos seus filmes. São rasos, e nenhuma das interpretações de actores tão consagrados como os deste elenco consegue densificá-los nas habituais crises existenciais.
Desde que me recordo, este ficará como o pior filme de Woody Allen.
Em Janeiro haverá mais, esperemos que de melhor calibre.

7.3.11

Indomável

"True Grit" não mereceu o reconhecimento da Academia que não foi capaz de lhe dar um único Óscar. Jeff Bridges recebeu um o ano passado por uma prestação bem menos conseguida. Hailee Steinfeld estreia-se com uma prestação incrível mas, lá está, depois de entregarem Óscares a crianças passara a ter mais cuidado nesta coisa de premiar estreias.
O certo é que esta "coboiada" vai muito para além do espírito western, pois a densidade dos personagens extremamente bem interpretados dá-lhe a consistência habitual dos filmes dos irmãos Coen. As suas marcas de ironia, de humor negro, estão lá, por entre um diálogo soberbamente escrito e melhor representado.
Sem dúvida, para mim, um dos melhores filmes do ano!

28.2.11

Os vencedores de 2011


Melhor Filme - “The King's Speech” Iain Canning, Emile Sherman and Gareth Unwin, Producers

Melhor realizador - “The King's Speech” Tom Hooper

Actriz principal - Natalie Portman “Black Swan”

Actor principal - Colin Firth “The King's Speech”

Actriz secundária - Melissa Leo “The Fighter”

Actor secundário - Christian Bale “The Fighter”

Melhor argumento adaptado - “The Social Network” de Aaron Sorkin

Melhor argumento original - “The King's Speech” de David Seidler

Melhor filme estrangeiro - “In a Better World” Denmark

Melhor filme de animação - “Toy Story 3” Lee Unkrich

Direcção artística - “Alice in Wonderland”- Robert Stromberg; Karen O'Hara

Melhor documentário - “Inside Job” Charles Ferguson eAudrey Marrs

Melhor curta animada - “The Lost Thing” Shaun Tan e Andrew Ruhemann

Melhor curta - “God of Love” Luke Matheny

Melhor banda sonora original - “The Social Network” Trent Reznor e Atticus Ross

Melhor Música original - “We Belong Together” de “Toy Story 3" música e letra de Randy Newman

Cinematografia - “Inception” Wally Pfister

Guarda-roupa - “Alice in Wonderland” Colleen Atwood

Edição - “The Social Network” Angus Wall e Kirk Baxter

Caracterização - “The Wolfman” Rick Baker e Dave Elsey

Edição (som) - “Inception” Richard King

Mistura (som) - “Inception” Lora Hirschberg, Gary A. Rizzo e Ed Novick

Efeitos Especiais - “Inception” Paul Franklin, Chris Corbould, Andrew Lockley e Peter Bebb



14.2.11

Fabulástico

"Black Swan" é muito mais que um filme sobre ballet. É muito mais que uma montra para Natalie Portman brilhar. É muito mais que um filme de suspense. É muito mais que um retrato de demência.
É muito mais que um bom filme. É um filme muito bom.
E uma tela de grandes dimensões dá-lhe o ar que precisa para bem respirar.
Foi bom regressar ao Londres.